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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Design do site é fundamental

agosto 01, 2018

Os designers da Web têm lutado em duas áreas desde o advento da internet: conversões de sites e consumidores em constante evolução. A maioria dos designers luta para criar sites que convertem visitantes em um alcance aceitável, sem se parecerem mecânicos e chatos. Esta questão é muitas vezes mais desafiadora do que se poderia esperar porque a solução geralmente requer uma abordagem científica. Infelizmente, a maioria dos designers não gosta de ciência, o que significa que as estratégias de conversão são frequentemente ignoradas nos sites que criam. A escolha de ignorar esses elementos pode ter conseqüências terríveis para seus clientes e pode levar a um desempenho decepcionante e, às vezes, até mesmo uma falha no negócio.

Nós ficamos à frente dos consumidores

O segundo problema é realmente apenas uma extensão do primeiro, pois trata diretamente do design do site e taxas de conversão. A maioria dos web designers luta com os consumidores. O comportamento do consumidor está mudando mais rápido do que nunca na história humana. Eles não gostam mais de lançamentos de vendas, seleção limitada ou contados quando eles podem ou não comprar. Todas as suas vidas se tornaram "on-demand" e a maioria está muito mais ocupada do que costumava ser. Isso significa que os sites de hoje precisam abordar as objeções do consumidor de hoje além de se parecerem bem. Como o consumidor de hoje geralmente é curto, eles preferem sites simples. Eles querem facilidade de uso. Eles querem ser informados, mas odeiam ler (Que tal isso para ter sentido?). O consumidor de hoje não lê, eles navegam. Eles gostam de elementos envolventes que transmitem mensagens de forma rápida e concisa.

Criação de conteúdo originais e únicos com qualidade e relevantes para cada cliente

agosto 01, 2018



O SEO consiste em um sistema de otimização de sites através de um conjunto de estratégias com o objetivo de melhorar a visibilidade e o posicionamento de um site ou uma página web dentro dos mecanismos de busca em resultados orgânicos.
Isso acontece por meio de um cronograma de otimização de sites, no qual são desenvolvidas as estratégias necessárias para seu projeto ser otimizado e buscar o posicionamento que o cliente almeja.
O SEO para e-commerce auxilia você, empreendedor, a vender seus produtos e serviços via internet. O objetivo é posicionar seu negócio por palavras-chave relevantes ao seu negócio em busca de um tráfego qualificado que gerará a conversão.

O que significa SEO?


Mas o que significa SEO? Uma sigla originada do inglês Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Busca.
Os motores de busca, como Google, Bing, Yahoo e outros, possuem diversos critérios para posicionar um site nas primeiras posições da busca orgânica, e cabe aos profissionais de SEO direcionarem a estratégia necessária para atingirmos o objetivo das primeiras páginas.

O que é busca orgânica?


Ao começar a pesquisar sobre SEO, nos deparamos muito com o termo busca orgânica, e variáveis como tráfego orgânico, posicionamento orgânico. Mas o que é isso?
A busca orgânica é a busca não paga que aparece dentro do Google, abaixo dos anunciantes. Esses resultados, para chegarem na primeira página, cumprem uma série de pré-requisitos de qualidade para conseguirem posicionar de maneira natural.


Como aparecer no Google?


Quer saber como aparecer no Google? Para que isso aconteça, tudo depende do momento de busca do usuário, mas as estratégias utilizamos cria podem melhorar o posicionamento nos resultados orgânicos e, consequentemente, permitir mais visitas ao site.

Uma consultoria SEO de qualidade


A consultoria de SEO tem início após uma análise do mercado e do público alvo para criarmos um planejamento. O benchmark ajuda a identificar oportunidades antes não vistas e correção de erros na estratégia anteriormente adotada.
A partir dessas análises iniciais e definição de cronograma, começaremos a trabalhar os principais pilares do SEO para seu site começar a ser notado no tráfego orgânico.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Oferta de ensino superior a distância cresce 133% em um ano

julho 27, 2018


Em pouco mais de um ano, o total de polos de ensino superior a distância subiu de 6.583 para 15.394, segundo dados do MEC (Ministério da Educação). A alta de 133% resulta de um decreto que diminuiu as exigências para a oferta da modalidade.
Entre as mudanças estão a autonomia para que as instituições criem seus polos -antes era preciso visita prévia de técnicos do ministério- e o credenciamento de instituições na modalidade EaD sem a exigência da oferta simultânea de cursos presenciais.
O objetivo é ampliar a matrícula de ensino superior no país para atingir a Meta 12 do Plano Nacional de Educação, que prevê elevar a taxa bruta de matrícula nessa faixa para 50% da população de 18 a 24 anos até 2024.
Em 2017, só 23,8% dos jovens entre 18 e 24 anos cursavam faculdade, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
O MEC condiciona
a criação de polos ao cumprimento de parâmetros de qualidade e estabelece uma quantidade limite a partir do Conceito Institucional, indicador obtido após técnicos do ministério avaliarem in loco as instalações da sede da instituição. Quanto maior o conceito, mais polos podem ser criados.
"Antes, os processos de aprovação demoravam até três anos. Agora, estamos presentes em todos os estados com um portfólio amplo de cursos de graduação, de pós e de nível técnico", afirma Carlos Fernando, pró-reitor de educação a distância do grupo Cruzeiro do Sul Virtual.
No último ano, a instituição mais do que triplicou o número de polos: de 143 para 501. O plano é crescer mais.
"Nossa perspectiva é criar 600 polos a cada ano e chegar a locais em que a população até então não tinha chance de estudar", diz o pró-reitor.
Morador de Conceição do Rio Verde, cidade de 13 mil habitantes do interior de Minas Gerais, o microempresário Orlando Paganelli Rodrigues, 24, já trabalhava com tecnologia da informação, mas só no ano passado teve a chance de se matricular no curso de análise e desenvolvimento de sistemas. Agora, ele frequenta o polo instalado em sua cidade, o único na região.
"Antes, só me atualizava se viajasse. Agora, posso adquirir os conhecimentos de programação que me faltam com o suporte do polo, que fica a dois minutos de casa."
De acordo com o Censo da Educação Superior realizado em 2016 pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), há no país 1,5 milhão de estudantes matriculados em cursos superiores a distância, um crescimento de 50% em seis anos.
Para os especialistas, as mudanças introduzidas pelo decreto foram um passo importante na regulação do EaD, mas só serão uma forma eficaz de democratizar o acesso à educação superior se houver critérios rigorosos para aferir a qualidade dos cursos.
"Teremos a partir de agora uma oferta crescente de vagas que pode ser superior à demanda de ingressantes. Por isso, é importante que haja uma depuração nos próximos anos, que permaneça quem oferece qualidade", diz Luciano Sathler, diretor da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância).
Em outubro, a entidade reunirá em congresso cientistas, professores e especialistas. O objetivo é elaborar um documento com sugestões para aprimorar a legislação sobre educação a distância, a ser entregue ao governo federal.
Um dos pontos polêmicos é a autorização para que instituições sem Conceito Institucional criem até 50 polos por ano. "É uma brecha que permite a existência de polos sem nenhum critério de qualidade", afirma Tatsuo Iwata, pró-reitor de pós graduação da ESPM. A preocupação dele é que, sem avaliação constante, as experiências ruins afetem a credibilidade dos cursos bem estruturados.O que diz o decreto sobre EaD no Brasil.
 Polos: podem ser criados pelas próprias instituições de ensino, sem visita prévia do MEC. As avaliações passam a se concentrar na sede das instituições.
 Credenciamento: instituições de ensino superior podem se credenciar para cursos de EaD sem o cadastramento para cursos presenciais.
 Escola/empresa: as atividades presenciais obrigatórias podem ser feitas em ambientes profissionais. Instituições podem criar parcerias com empresas.
 Lato sensu: a oferta de pós-graduação lato sensu EaD fica autorizada para as instituições que obtêm o credenciamento para EaD, sem necessidade de credenciamento específico do curso. Com informações da Folhapress.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pedagogia da sustentabilidade: ética e solidariedade

agosto 15, 2017

O principal fundamento da boa governança é o compromisso com a ética, aqui entendida como um código de valores partilhados por toda a sociedade, com o objetivo de proteger o conjunto de seus membros contra os interesses de uma minoria. Ao fixar limites para o comportamento individual, a ética, em realidade, estabelece condições de previsibilidade necessárias ao bom funcionamento do corpo social, inclusive no mundo privado e dos negócios.

O enfraquecimento do Estado, a desorganização social e a ênfase na vida material aumentam os sentimentos coletivos de falta de proteção e abandono que levam muitas pessoas para o misticismo, enquanto outras permanecem totalmente descrentes. O individualismo predatório mina as bases mais sólidas da vida em sociedade, a solidariedade grupal, os laços de família e de vizinhança. Esse processo corrosivo provoca sérios danos morais e materiais à comunidade humana.
A expansão das fronteiras do conhecimento racional e a crença incondicional de que a tecnologia pode resolver todos os problemas enfrentados pelo ser humano é um ponto sensível que se confunde com a laicização e a especialização excessiva e com a perda de referências humanas e afetivas. Problemas e situações como a manipulação genética, as armas de extermínio, os resíduos perigosos, os transplantes de órgãos, e, especialmente, a devastação ambiental, impõem uma ética entre gerações cuja consequência exige extrema responsabilidade e precaução.
A prosperidade material se fez acompanhar - como já ocorreu em outras civilizações do passado - de um profundo vazio moral. Mas o fato novo foi a crise ecológica e a possibilidade de esgotamento de nossos recursos naturais, comprometendo a continuidade da vida. A Agenda 21 propõe a pedagogia da sustentabilidade como modeladora dos códigos éticos do século XXI.
Surge, portanto, a partir dessas grandes lacunas, a ideia-força de uma civilização planetária, ligada a uma sociedade mundial que comungue dos mesmos ideais de celebração da vida, da solidariedade, da justiça e em torno de temas que afetam todos os seres humanos: a alimentação, a água, o ar, a saúde, a moradia, a educação, a segurança, a comunicação. Essa dependência comum das fontes naturais e sociais da existência exige uma nova ética do cuidado, proposta por Leonardo Boff, um dos redatores da Carta da Terra, junto com o sentido de  compaixão.

Portanto, nesta perspectiva, seguindo a proposições de Paulo Freire e Moacir Gadotti, o Movimento Cidade Futura  se engajou na promoção da pedagogia da sustentabilidade. Com esta Pedagogia da Sustentabilidade  vamos construir os alicerces de uma cidade educadora, onde irá prevalecer a sustentabilidade no processo de seu desenvolvimento. Para tanto, devemos aprofundar as discussões em torno do conceito de solidariedade cidadã, pedagogia comunitária e gestão participativa, construindo uma Ética por meio da qual todos os cidadãos saibam relacionar-se conscientemente com a natureza e com os outros na cidade futura.

Gestão e desenvolvimento de Uberlândia são apresentados no Cities

agosto 15, 2017
Uma mostra prática de como aplicar inovações tecnológicas e sustentáveis à gestão pública, com objetivo de promover gradativamente o desenvolvimento econômico e social da cidade. Essa forma pioneira de pensamento da atual gestão municipal foi apresentada na noite desta quarta-feira (9) no Congresso Internacional de Tecnologia, Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade (Cities).
Foram ministrados dois painéis interligados com o tema ‘Estratégias de desenvolvimento de Uberlândia’. As apresentações foram feitas pelo secretário municipal de gestão estratégica, Raphael Leles e pelo secretário municipal de desenvolvimento econômico, inovação e turismo, Dilson Dalpiaz.
Frutos colhidos
Em sua apresentação, Raphael Leles contextualizou a realidade de Uberlândia e o atual planejamento público para um futuro desenvolvido e sustentável do município. Também detalhou, por meio de uma série de dados, alguns dos resultados obtidos nos primeiros sete meses de trabalho. “Recebemos uma prefeitura com muitas dificuldades nos campos administrativo jurídico e financeiro. Mesmo assim, apresentamos resultados. De que forma se faz isso? Com gestão pública correta. Estabelecemos prioridades de atuação, como a saúde, educação e áreas sociais”, explicou o secretário.
Raphael também disse que, passadas as primeiras dificuldades, o desafio agora é ampliar a eficácia na gestão para garantir o objetivo maior, que é melhorar cada vez mais a vida da população. “O caminho é pensar diferente, buscando soluções por meio de parcerias, inovação, tecnologia e metodologia adequada. O evento de hoje contribui para aplicarmos novas ferramentas no serviço público, sejam aplicativos, softwares, sistemas, entre outras”, ressaltou. 
Aproveitar as potencialidades
Em seguida, o secretário Dilson Dalpiaz citou diversos rankings que apontam o desenvolvimento de Uberlândia em comparação com grandes metrópoles brasileiras. A estrutura e economia da cidade a premiam, por exemplo, com os títulos de 17ª mais empreendedora do país e 4ª mais desenvolvida do interior brasileiro. 
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo também apresentou diretrizes adotadas pelo Executivo municipal para potencializar o conceito de cidade do futuro. “Isso é feito apontando onde entram os componentes de inovação, de ambiente atrativo para investimentos e quais ações são necessárias para incentivar as pessoas a pensarem mais à frente, ajudando a construir um município que todos desejamos”, afirmou.
Entre essas estratégias, Dilson frisou a importância de parcerias do poder público e privado, com compartilhamento e cooperação para planejar eventos, negócios e demais agentes de fomento da economia.

Geógrafo formado pela Universidade Federal de Uberlândia. Desenvolveu trabalhos nas áreas de geoprocessamento, planejamento urbano, planos de mobilidade urbana; licenciamento ambiental, geotecnologias. Atua também como Webdesigner, gestor de projetos sociais e marketing digital.

email: frankbarroso@gmail.com

(34)99284-5965

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