Este vídeo não é apenas um poema.
É memória viva.
É identidade.
É cidade.
É tempo transformado em palavra.
É vida transformada em símbolo.
Frank Barroso foi editor da Folha do Gama de 1989 até o ano 2000 em versão impressa. Atualmente é diretor-editor da versão online desde 2017.
É sobre um tempo em que os dias eram canção.
Sobre madrugadas que pulsavam.
Sobre uma cidade que respirava encontros.
Sobre a arte de viver intensamente sem perder a alma.
Sobre deixar marcas sem ferir o chão.
Sobre existir sem apagar o outro.
É sobre presença.
Sobre legado.
Sobre caminhar entre a notícia, o jornal e a balada,
sem perder a essência.
Sem perder a verdade.
Sem perder a humanidade.
Esse vídeo é para quem entende que:
✨ memória também é resistência
✨ cultura também é identidade
✨ história também é poesia
✨ viver também é arte
✨ existir também é um ato político
✨ permanecer é uma forma de amor
Se esse poema tocou você,
se ele despertou lembranças,
se trouxe silêncio bom,
se fez você sentir algo real:
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Porque arte que não circula, morre.
E memória que não é compartilhada, se apaga.
Aqui não tem espetáculo.
Aqui não tem personagem.
Aqui tem verdade.
Aqui tem vida.
Aqui tem história.
Aqui tem permanência.
Sou Frank Barroso.
E ainda estou aqui.

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